Foi
isso que a bióloga e pesquisadora Italiana Maria Pia Miglietta que trabalha na
universidade da Pensilvânia descobriu. Uma espécie de água viva Turritopsis
dohrnii, é capaz de rejuvenescer ‘automaticamente’ quando se reproduz, quando
está ferido, ou sem alimentos. Acontece que as águas vivas assumem várias formas
durante sua longa vida de 6 meses em média, e a descoberta foi que a Turritopsis
dohrnii consegue fazer esse processo inverso, *como
nos quando chegamos a uma certa idade e queremos voltar para os 18 ou 15 anos
de idade e não podemos, ela pode* ou seja, ela é imortal. O que poderia
cessar sua vida seria apenas os predadores.
Essa
espécie é encontrada na Flórida, Itália, Espanha, Panamá e até no Japão, o que
está preocupando os cientistas já que essa descoberta e recente e ninguém sabe
o tamanho da população de Turritopsis Dohrnii. “é uma invasão mundial sem
precedentes” afirma o biólogo John Darling, da agência Americana de Proteção
Ambiental.
O
medo dos especialistas é que a Turritopsis possa se multiplicar demais e
desequilibrar os ecossistemas do planeta, levando à extinção de outras
espécies. Mas ela também pode trazer o bem: biólogos italianos acreditam que
decifrar os mecanismos de rejuvenescimento desse animal possa levar a uma cura
para o câncer. É esperar para ver
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