“Ok ok. Bora tirar a
Dilma que não manda em ninguém, ai agente segura a PF por que a marolinha que
virou tsunami esta chegando em todos nós”
É
isso que com certeza estão pensando os deputados que votaram a favor do
impeachment, primeiro se nota isso pelas suas justificativas grotescas,
ridículas se não cômicas,
“pela minha mãe, pelo meu pai, e pelos meus filhos,
VOTO SIM”.
Claro né tio, pense
que eles não vão mais ter todo esse dinheiro recebido ilegalmente na Suíça, se
tu também cair por conta dessa lava jato.
Estava
parecendo aquele antigo programa da Xuxa, quando ela chamava alguém da platéia
pra mandar um beijo a criança falava, “queria manda um beijo pra minha mãe, pro meu pai, e pra você
também”.
Mais de cem
deputados que votaram a favor do impedimento da presiDANTA, respondem a algum processo na justiça.
Esse
governo do desgoverno, se é que pode ser chamado de governo, esta sendo
o pior em décadas, mas (eu) não acredito que impeachment seja solução pra crise
que o país vive hoje, pelo contrário até concordo com a Srta presidente Dilma
quando ela diz que essa crise é mundial, e que o Brasil não pegou a pior parte
dela.
Com
a saída da presidente o que eu vejo que vai acontecer, a lava jato, vai virar
uma “lavagem de FDS”, não vai mais ter essa rapidez toda, Eduardo Cunha que já é Réu, ou seja quase culpado, vai sair de boa,ileso,
nem mesmo acredito em um julgamento. Temer assume, volta aliança com o PSDB (só pra
lembrar, que já era aliança antes do PT entrar no poder, e não era muita coisa
diferente, pois quando viram que o barco tava afundando pularam e deixaram só o
capitão naufragar *FHC*) e então volta a ser a mesma bosta de 15 anos atrás. A culpa é sempre do que passou.
Acredito
que o certo a fazer, e até mesmo para ganhar mais credibilidade com a população,
seria o Playboy Aécio Neves que até agora não se conformou em perder a eleição,
buscar ajudar o país, e mostrar que esta ajudando, pois desde 2014, só vejo ele chonrando, faltando aos compromissos e dizendo que é oposição, mais tem se
mostrado oposição ao Brasil, e não ao governo.
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